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Na manhã do dia 1º, às 8:30 horas, na Assembleia Legislativa do Paraná, aconteceu a cerimônia de posse do Governador Carlos Roberto Massa Júnior, o Ratinho Júnior (PSD). Na sequência, no Palácio Iguaçu, houve a transmissão de cargo – de Cida para Ratinho. Em discurso emocionado, o novo governador enfatizou que há dezesseis anos começou a consolidar seu projeto para o estado, quando exerceu seu primeiro mandato como Deputado Estadual, aos 21 anos de idade. O diálogo, o respeito à democracia, ouvindo e ponderando, foram grandes aprendizados, desde então, para que obtivesse serenidade na tomada de decisões, ao invés, de se considerar sempre coma a razão. Em conformidade com os discursos feitos durante a campanha, Ratinho Júnior reafirmou o objetivo de romper com tradições e propor um novo jeito de fazer política, expressando seu orgulho, inclusive, de ser o primeiro governador empossado, em 40 anos, que não faz parte de nenhuma oligarquia política no estado, se consolidando, hoje, como uma grande liderança de um movimento de transformação e inovação do Paraná.

Modernização do Estado

Sobre as cerimônias na Alep e no Iguaçu, é Importante ressaltar o discurso unificador do governador empossado ao salientar que dá início a um movimento pertencente aos paranaenses, sem exceção. Ou seja, pretende governar para todos. O potencial econômico do Paraná foi outro ponto destacado por Ratinho Júnior, lembrando que o estado é o maior produtor de alimentos do mundo, por metro quadrado. Investimentos em tecnologia e a valorização desde o pequenos agricultor até as cooperativas, já enfatizados durante a campanha, foram reiterados em discurso.

Outro tema abordado pelo Governador diz respeito aos nvestimentos em infraestrutura, a partir da ampliação e modernização de portos, ferrovias, aeroportos, para que o Paraná se torne referência no País através de uma liderança econômica regional.
Comprometendo-se a modernizar o estado em todos os setores, Ratinho Júnior enfatizou ainda melhorias na segurança pública, onde tecnologia e inovação se somarão à ampliação da presença de policiais. Educação, com ênfase na ampliação dos índices do Ideb; e geração de emprego, com estímulo à criação de vagas regionalizadas serão prioridades também. Ao reconhecer a importância do agronegócio para o estado, Ratinho disse que pretende transformar o Paraná em um polo de turismo e inovações, além de introduzir tecnologias avançadas e novos modelos industriais.

Ruptura com antigo modelo de gestão

Para Carlos Massa Ratinho Júnior, o novo momento político requer um pouco mais de audácia, no sentido de se promover uma ruptura com um modelo que fez com que a máquina pública inchasse e perdesse sua capacidade de investimentos. A promessa de enxugar o número de Secretarias, aliás, já está sendo cumprida desde a transição, com a redução de 28 para quinze. “Nos comprometemos a modernizar a máquina pública para que as decisões sejam feitas mais rápida e de forma efetiva. “Mais eficiência e agilidade, aliadas ao fim das mordomias, farão com que o Paraná tenha velocidade na prestação de serviços que garantindo, assim, mais saúde, educação, segurança pública, e infraestrutura de qualidade á população, afirmou.

Segurança alimentar nas escolas

A preocupação com segurança alimentar não foi esquecida. Ratinho Jr. lembrou que existem localidades no estado onde pessoas ainda passam fome. Regiões com IDH muito baixo, similar ao Nordeste, mesmo sendo o Paraná o maior produtor de alimentos do Brasil. “Isso é inadmissível. Vamos começar garantindo segurança alimentar nas escolas, a partir de três refeições diárias”, ressaltou. A modernização das rodovias, que, segundo ele, refletem um modelo obsoleto, será outro setor a receber grandes investimentos. “Dobramos, a cada dez anos, nossa produção agrícola. Não podemos contar com rodovias das décadas de 70 e 80”, ponderou.

“Estado Ouvidor”

Os agradecimentos emocionados dirigidos ao pai, o apresentador Ratinho, fecharam o discurso.Segundo o governador empossado, foi seu pai quem lhe ensinou e deu as bases para que se tornasse a pessoa que é, com grande capacidade de trabalho, senso de justiça e respeito ao diálogo e às pessoas. ”Gerar um estado “ouvidor”, aberto ao povo, sociedade civil e aos três poderes, será a tônica de meu Governo. Foi-se o tempo dos governantes que sabem tudo e não ouvem a população. O Brasil não aceita mais essa postura”, declarou o governador do Paraná

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