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No Paraná, Roberto Requião (MDB) e Beto Richa (PSDB) não tiveram êxito nas eleições do dia 7 de outubro

Em uma eleição ao Senado onde diversos nomes tradicionais da política foram rechaçados pela população em todo o Brasil, como, por exemplo, Dilma Rousseff (MG), Eduardo Suplicy (SP), Sarney filho (AL), Cristovão Buarque (DF), Eunicio Oliveira (CE), Edison Lobão (MA), Magno Malta (ES) e Romero Jucá (RR). No Paraná não foi diferente, as urnas não perdoaram nomes como Roberto Requião (MDB) e Beto Richa (PSDB), “atropelados” na reta final por Oriovisto Guimarães (Podemos), fundador do Grupo Positivo, que obteve 2.957.239 votos – 29,17% do votos válidos, e Flávio Arns (Rede), eleito com 2.331.740 votos – 23% dos votos válidos.

Na disputa para a Câmara Federal, também em nosso estado, as grandes surpresas, negativa e positiva, foram a não reeleição de Valdir Rossoni (PSDB) e a enorme votação do Sargento Fahur (PSD) – eleito com 314.963 votos. O segundo colocado foi Felipe Francischini (PSL) com 241.537 votos. Outro candidato que teve uma ótima aprovação do eleitorado, em especial da Região Metropolitana, foi o ex-prefeito de Pinhais Luizão Goulart (PRB), que recebeu 141.730 votos.

Para a Assembleia Legislativa do Paraná, o Delegado Fernando franscischini (PSL) surpreendeu positivamente, alcançando a maior votação de toda a história do estado, 427.749 votos, o que permitiu ao seu partido eleger um total de oito deputados estaduais- a maior bancada. O segundo partido com maior número de deputados estaduais eleitos foi o PSD de Ratinho Júnior. PSC e PT ficaram empatados na terceira posição, com 4 deputados cada legenda.

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