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O encontro realizado no município foi promovido pela Secretaria de Saúde e pelo Comitê Municipal de Prevenção da Mortalidade Materna Infantil e Fetal

A Secretaria de Saúde e o Comitê Municipal de Prevenção da Mortalidade Materna, Infantil e Fetal promoveram, em Pinhais, o 1º Seminário sobre Vigilância do Óbito Indicadores e Codificação. O encontro reuniu médicos e enfermeiros que atuam na atenção primária, na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e Hospital Municipal de Pinhais.

A Vigilância de Óbito se enquadra no conceito de vigilância epidemiológica que compreende o conhecimento dos determinantes dos óbitos maternos, infantis, fetais e com causa mal definida e a proposição de medidas de prevenção e controle. O objetivo do seminário foi a atualização dos profissionais de saúde quanto aos indicadores de saúde do município, desafios para melhoria e troca de experiências.

Durante o encontro foram tratados os seguintes temas:

- Preenchimento da declaração de óbito - apresentado pela enfermeira Lyriane Bruneri Secco responsável pelos Sistemas de Informações em Vigilância Epidemiológica da 2ª Regional de Saúde Metropolitana.

- Indicadores de mortalidade do município - apresentado pela enfermeira Dielli Bondan Reis responsável pela Gerência de Infectologia e Vigilância Epidemiológica do município.

- Investigação do óbito materno, infantil e fetal - apresentado pela enfermeira Katia Gaberz coordenadora da unidade de Saúde da Mulher Criança e Adolescente, membro do grupo Técnico do Comitê de prevenção da Mortalidade Materna Infantil e Fetal.

- Mortalidade materna – Sinais de alerta e conduta - apresentado por Mauri Coura, médico obstetra, membro do grupo Técnico do Comitê de Prevenção da Mortalidade Materna Infantil e Fetal.

- Mortalidade infantil e fetal – causas evitáveis - apresentado por Daniela Seidel, médica pediatra, membro do grupo Técnico do Comitê de prevenção da Mortalidade Materna Infantil e Fetal.

- Sífilis congênita – Manejo clínico - apresentado por Graziele Ferrari, médica pediatra, membro do grupo Técnico do Comitê de Prevenção da Mortalidade Materna Infantil e Fetal.

- Doenças crônicas não transmissíveis na Atenção Primária – avanços e desafios – apresentado por Felipe Valente, médico especialista em medicina de família.

A Taxa de mortalidade Infantil consiste na morte de crianças no primeiro ano de vida. “A taxa permite avaliar a assistência pré-natal, a vinculação da gestante ao local de ocorrência do parto evitando peregrinação e adotando boas práticas durante o atendimento ao parto e nascimento. Avalia ainda o acesso das crianças menores de um ano ao acompanhamento do desenvolvimento infantil nos serviços de saúde e a atenção hospitalar de qualidade quando necessário”, explica Dielli Bondan Reis.

“Pactuada a taxa de no máximo oito óbitos por 1.000 nascidos vivos, em 2018 o município apresentou taxa de 5,87 óbitos por mil nascidos vivos, resultado muito satisfatório, visto que em 2017 foram 11,64 óbitos por mil nascidos vivos. Em relação à proporção de registro de óbito com causa básica definida, que possibilita a inferência sobre a qualidade das informações relativas às causas de mortalidade, a meta era de 97%. O município atingiu 98,37% em 2018”, completa Dielli.

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