Escrito em por

por Vanessa Martins de Souza

Presidente Marcinho valoriza obras de modernização da Rua Rio Paranapanema

vereador marcinho

O presidente da Casa, Vereador Marcinho (PSD), elogiou as obras realizadas pela prefeitura na rua Rio Paranapanema, no Weissópolis. Segundo o parlamentar, a via tem recebido uma série de melhorias, como alargamento para a criação de estacionamento, recape no asfalto, criação de calçada para pedestre em concreto poroso e de ciclovia. “As obras estão modernizando a via em 2 km de extensão, tornando-a mais segura, viabilizando o trânsito não somente de veículos, mas de pedestres e ciclistas. Um projeto moderno que abrange ainda a prevenção a enchentes. Primeiramente, foi feita uma revisão completa no sistema de drenagem, o que é providencial para prevenção a alagamentos. Atualmente, é realizada calçada para pedestre, nos dois lados da via, entre as ruas Rio Trombetas e Rio Paranaíba e ciclovia até a rua Rio Ivaí. Também conhecida como calçada ecológica, o calçamento para pedestre em concreto poroso foi desenvolvido por técnicos da prefeitura e tem uma série de benefícios quando comparado a calçadas similares, como o fato de não permitir o acúmulo de água – contribuindo com a permeabilização do solo e não deixar poças, tem durabilidade maior, custo similar e manutenção quase zero. Meus parabéns à Secretaria Municipal de Obras Públicas por mais esse projeto que trará benfeitorias ao município e a sua população, que serão lembradas a longo prazo. Investir em infraestrutura é investir no desenvolvimento do município pensando num futuro melhor”, valorizou.

 

Carlinhos do Eliza lamenta ano difícil para o Brasil

carlinhos

O vereador Carlinhos do Eliza (PSB) comentou sobre o ano difícil e histórico que tem sido 2020, para o país e o mundo. “O ano tinha começado bem na economia, com uma perspectiva de aquecimento no país. Não demorou muito, veio o vírus para dar essa pancada, acabando com a economia de diversos países, não somente a do Brasil. Tem sido um ano difícil. Além da pandemia, vem a falta de água, o racionamento por causa da seca, da falta de chuvas. É preciso economizar água, diminuir o consumo. Para completar, no governo, em Brasília, a crise agravou-se com a briga entre o presidente Bolsonaro e o ex-ministro Sérgio Moro, com um acusando o outro. Está difícil. Espero que no segundo semestre, as coisas melhorem e que cheguemos ao final do ano todos com saúde, porque este será um ano que vai ficar na história”, analisou.

 

Airton defende diálogo com a Prefeitura para busca de soluções ao comércio

vereador airton

O vereador Airton Silva (PSC) também defendeu na tribuna o diálogo com o Poder Executivo Municipal para a busca de soluções ao comércio, no enfrentamento à pandemia. “Sei que a situação é difícil, mas precisamos discutir para verificar o que dá para fazer. Quando a gente observa, vê o comércio fechado, mas os ônibus lotados, com os passageiros todos juntos, apertados, colados uns nos outros. Ali, está um risco maior de contágio. Pois, até há pouco, nem máscaras era obrigatório usar nos ônibus. Agora, pouco tempo atrás, que começaram a usar máscaras nos ônibus”, comparou.

Falência de empresas e demissões

Na avaliação do parlamentar, o município vem fazendo seu dever de casa, sempre na base do diálogo. “Alguns comércios foram reabertos a pedido. Como já foi dito aqui na Casa, acho que é viável a flexibilização da atividade comercial. Como parte da minha atividade sindical, tenho acompanhado diversas demissões em empresas que estão falindo, fechando, por causa da quarentena. Shoppings estão encerrando contratos, mesmo com redução salarial para não demitir, pois, isso não se sustenta por muito tempo. Tivemos, até o momento, duas mortes, uma delas de morador que nem estava aqui no estado, mas, em viagem ao norte do país. É preciso reabrir o comércio com segurança. O município ganha mais com o diálogo. Há diálogo com todos. Aqui na Casa, sempre somos bem atendidos pela prefeitura. Os secretários sempre estão disponíveis. Não costumo fazer requerimentos, mas quando busco o pessoal da prefeitura, sou muito bem atendido. Agora, o povo nos pede providências. Precisamos conversar com a prefeitura para chegarmos a soluções alternativas, ver o que dá para fazer no momento para melhorar a situação dos comerciantes. Muitos não vão morrer do vírus, mas, de fome, de depressão, de outras doenças causadas pela falência financeira, o desemprego, as dívidas. A ajuda do governo de R$ 600 não é para todos. Tem gente que não está conseguindo. Há os informais que não se encaixaram nos requisitos do programa. E essa assistência também não será para sempre, o país quebra, não tem como bancar isso por muito tempo”, avaliou.

 

Binga defende reabertura gradual do comércio, mas com responsabilidade

vereador binga

O vereador Binga (Cidadania) enalteceu a capacidade e responsabilidade da Prefeitura de Pinhais no enfrentamento da pandemia. Ao discursar na tribuna, enfatizou que não se trata de sorte o registro de somente duas mortes por Covid-19 no município, até o momento. “Não é questão de sorte. A vida é feita de capacidade, de responsabilidades, de atitudes, de decisões. Nesse sentido, a prefeita Marli tem tomado boas decisões no enfrentamento à pandemia, que se refletem nesses números”, avaliou.

O vereador ainda defendeu a flexibilização do comércio, mas com responsabilidade na prevenção à Covid-19. “Todos vamos, mais cedo ou mais tarde, conhecer a epidemia de perto, à medida em que ela for se espalhando pela população. Já tive pessoa próxima ao meu convívio com Covid-19. E há uma faca no pescoço dos comerciantes. Imaginem-se no lugar da prefeita Marli, a pressão que ela sofre num momento como esse. Todo mundo queria que a economia deslanchasse. Em uma fase em que a economia começou a aquecer, veio a pandemia. Numa pandemia, todos perdemos financeiramente, é inevitável. As academias de ginástica, por exemplo, é preciso agendar com esses proprietários uma conversa para ver como será possível a reabertura com os devidos cuidados preventivos. Os comerciantes só querem trabalhar, pagar suas contas, evitar demissões, porém, tudo precisa ser feito com responsabilidade, senão, daqui a pouco, vamos acabar ‘encaixotados’ se ninguém se cuidar”, acrescentou.

Reeleição e decisões acertadas

Binga acrescentou que se o número de mortes por Covid-19 estivesse na casa dos 100, 200, 300 e o comércio inteiramente aberto, certamente, a prefeita Marli Paulino seria responsabilizada por essas perdas em vidas. “A prefeita quer se reeleger e todo mundo sabe muito bem que ninguém se reelege só com 1 mil votos. A vontade de acertar e atender bem as demandas de todos é grande. Mas, podemos ter certeza que se as mortes estivessem aumentando muito e o comércio aberto, a prefeita seria responsabilizada por isso. Recebi pedido de uma sorveteria que quer reabrir. O comerciante precisa pagar sus contas, está com a faca no pescoço. Ninguém sabe tudo sobre essa pandemia. O Bolsonaro até há pouco estava sendo chamado de louco por defender a reabertura do comércio. Mas, agora, muita gente está vendo que é preciso reabrir aos poucos. Então, quando se fala dos atos da gestão da Marli é preciso responsabilidade, pois não se trata de sorte contarmos com a epidemia controlada, mas de decisões acertadas da prefeitura”, salientou.

Soluções às atividades esportivas

Nas Explicações Pessoais, Binga reiterou na tribuna que o Poder Municipal e os comerciantes da área de esportes devem conversar a fim de buscar soluções para a reabertura do comércio de forma parcial e gradual. “É importante que haja esse diálogo do pessoal do esporte com a prefeitura. Quem sabe, uma redução do IPTU para os empresários de esporte que não estão podendo ainda reabrir seu comércio. Não vejo atos contra a classe, o que vejo é a prefeitura agindo com muita responsabilidade. Há um mês atrás, eu defendia o fechamento do comércio. Hoje, já defendo a flexibilização da quarentena, com reabertura gradual e responsável. Por quê? Porque vimos os bons resultados dos atos da administração, com decisões sempre pautadas na OMS, na ciência, tudo com muita coerência. Para o pessoal das canchas, quem sabe, uma solução possa ser colocada, a exemplo de trabalhar com menos alunos por vez. É preciso que o Poder Municipal converse com a classe e traga um alento a eles, possíveis alternativas. Dá para flexibilizar muita coisa na atividade comercial, mas com responsabilidade, com o uso de máscaras, de álcool gel, do distanciamento mínimo entre as pessoas. A Vigilância Sanitária precisa fazer a fiscalização e cobrar multa de quem estiver descumprindo as normas preventivas”, defendeu.

Deixe um comentário

  • (não será divulgado)