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Junto com os professores da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Fernando Sedor e Luiz Alberto Fernandes, tratou das áreas e das necessidades do projeto, que está em andamento e deve ser implantado até o final de 2019.

Participaram da visita a secretária municipal do Meio Ambiente, Marilza Dias, o superintendente de Obras e Serviços da Secretaria, Reinaldo Pilotto, e o diretor de Parques e Praças, Jean Brasil.

Os professores indicaram ao prefeito as áreas onde estão sendo feitas as descobertas dos fósseis da fauna que viveu em Curitiba há 40 milhões de anos. “Viemos aqui para assegurar o apoio ao projeto das universidades”, disse Greca. Os fósseis foram encontrados por pesquisadores de universidades, entre elas a UFPR.

Área preservada

Em março desde ano o prefeito assinou o decreto que garante a criação do parque na área da CIC. Com a destinação, já foram iniciados os trâmites para possibilitar a implantação do parque. A infraestrutura do centro de exposições, jardim educativo e apoio para os pesquisadores devem ser concluídas até o final do ano que vem.

Área de Relevante Interesse Ecológico (Arie), o parque vai ocupar 160 mil metros quadrados e fica às margens da BR-277, próximo do Contorno Sul, na CIC.

Nesta região está o último remanescente da chamada Formação Guabirotuba, onde foram encontrados fósseis de vertebrados e invertebrados que permitem o estudo da evolução da fauna da América do Sul. Entre os fósseis estão os ancestrais de tatus e preguiças.

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