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luizao

 

Quem passa pelo Contorno Norte de Curitiba sabe o transtorno que é. O trecho que liga a Rodovia da Uva até a BR-116 ainda não foi finalizado. A obra que foi iniciada na década de 70, tendo em 2009 a concessão da Autopista Régis Bittencourt, se arrasta desde então. Esse foi o tema do pronunciamento do deputado federal Luizão Goulart (PRB/PR), na tarde de terça-feira, 6, no plenário da Câmara dos Deputados.

“É uma obra de apenas 13,2 km, que já está sendo paga pelos cidadãos através das praças de pedágio e está sem solução há mais de 10 anos. Em todo esse tempo, houve grande crescimento populacional nos municípios que são impactados por essa obra que desafogaria o trafego da área e afetaria, principalmente, a vida de milhares de pessoas que diariamente utilizam o transporte coletivo”, explicou Luizão.

O trecho é utilizado como via de integração de quem segue pela Rodovia Régis Bittencourt até as cidades de Campo Largo, Colombo, Almirante Tamandaré, Quatro Barras e Campina Grande do Sul. Para Goulart, com o encerramento da obra, o viajante não precisaria mais se deslocar por dentro de Curitiba, por exemplo. Se quiser seguir ao estado de São Paulo, bastaria cortar direto pelo Contorno.

“O nosso mandato está alinhado para facilitar a vida das pessoas. Não é admissível que um contrato de concessão de 25 anos, já tendo se passado 10 e a população ainda aguarda uma obra de apenas 13 quilômetros que se arrasta sem ter ainda um horizonte de esperança. Queremos resposta”, asseverou o republicano.

O parlamentar finalizou destacando o trabalho da Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba – COMEC e do Governo do Estado em busca de soluções para a questão e pontuou que procurará o Governo Federal para unir forças e acelerar o reinício das obras.

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