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por Amália Teixeira || www.programaact4.com.br

act4

 

Pense nessas perguntas:

Como você se vê? O que sente quando pensa em você? O que pensa sobre você? O que gostaria de mudar? E de preservar? Você gosta do seu corpo? O que mudaria na sua aparência?

Essas perguntas provavelmente o levaram a emoções, pensamentos e lembranças que estão ligadas a capacidade de se amar e ser amado, é o que tecnicamente chamamos de autoestima. Ela é construída durante toda a vida e é editada a todo momento a partir das interações que você tem consigo mesmo e com os outros. Trocando em miúdos, é a forma como você se vê e se sente.

Sabe-se que a autoestima influencia em como cuidamos, valorizamos e julgamos nosso corpo e, na grande maioria das vezes, se esta for carregada de críticas, falta de aceitação, impaciência, raiva (…) estabelece-se uma relação negativa com o corpo. Editar a autoestima negativa auxilia no processo de emagrecimento porque compreendendo como ela está, o porquê está e como se relacionar consigo mesmo de uma forma diferente, permitirá: aceitação, emissão de comportamentos de auto cuidado e auto compaixão. Esses três pontos são alicerces para a perda e manutenção de peso, muito bem ilustrados nesse poema do Charles Chaplin – “Quando me amei de verdade”:

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar correto e no momento preciso. E, então, pude me relaxar. Hoje sei que isso tem nome… autoestima.

Quando me amei de verdade, pude perceber que a minha angústia e meu sofrimento emocional não são mais que sinais de que vou contra as minhas próprias verdades. Hoje sei que isso é… autenticidade.

Quando me amei de verdade, deixei de desejar que minha vida fosse diferente, e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje sei que isso se chama… maturidade.

Quando me amei de verdade, comecei a compreender por que é ofensivo tratar de forçar uma situação ou uma pessoa, só para alcançar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou que a pessoa (talvez eu mesmo) não está preparada. Hoje sei que o nome disse é… respeito.

Quando me amei de verdade, comecei a me liberar de tudo o que não fosse saudável: pessoas e situações, toda e qualquer coisa que me empurrasse para baixo. No início minha razão chamou de egoísmo essa atitude. Hoje sei que se chama… amor por si mesmo.

Quando me amei de verdade, deixei de me preocupar por não ter tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os megaprojetos do futuro. Hoje faço o que acho correto, o que eu gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é… simplicidade.

Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e, com isso, errei muito menos. Assim descobri a… humildade.

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar pelo futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia por vez. E isso se chama… plenitude.

Quando me amei de verdade, compreendi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a ponho a serviço do meu coração, é uma valiosa aliada. E isso é… saber viver!

Não devemos ter medo de nos questionarmos. Até os planetas se chocam e do caos nascem as estrelas.

O pilar da psicologia no ACT4 é focado em trabalhar autoestima com os clientes com embasamento científico. Se você gostou desse texto e gostaria de saber mais entre em contato conosco.

Amália Teixeira
Psicóloga clínica e tem sua atuação focada na melhora da autoestima dos seus pacientes, favorecendo assim o emagrecimento e melhora da qualidade de vida.

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