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A reintegração do transporte coletivo da Região Metropolitana de Curitiba já é realidade e cresce a cada dia, disse a governadora e candidata à reeleição Cida Borghetti que garantiu o apoio do Estado à prefeitura de Curitiba. Cida garantiu a expansão deste sistema para outras regiões metropolitanas do Paraná. “A conurbação das cidades é inevitável e a integração do transporte coletivo se tornou fundamental para garantir o direito de ir e vir a um preço justo”, afirmou Cida na quinta-feira, 30/08, durante caminhada no terminal de ônibus de Almirante Tamandaré.

A proposta de Cida Borghetti – quando deputada aprovou a lei que regulamenta as regiões metropolitanas do Paraná – garante o suporte técnico e financeiro do Estado para a integração das linhas dos grandes centros que já atuam nos polos como Ponta Grossa, Londrina, Maringá, Cascavel e Guarapuava. “Esta área terá muita atenção do nosso governo, que já tem a característica do municipalismo. É um tema em que não se pode ver a cor partidária e sim os benefícios ao usuário”, declarou.

CURITIBA

Em Curitiba, a integração voltou a fazer parte da rotina dos usuários em 2017, de lá para cá, sete linhas foram reintegradas. A mais recente é a Cachoeira/Caiuá que voltou a circular no último sábado, 25/08.

Já são mais de 60 mil usuários beneficiados entre as linhas Colombo/CIC, Araucária/CIC, Angélica/CIC, PUC/Fazenda Rio Grande, Roça Grande/Santa Cândida e Quatro Barras/Santa Cândida.

O antigo ligeirinho Fazendinha/Tamandaré – que hoje é Cachoeira/Caiuá atendia até 2014, quando foi desativado, quase 23 mil passageiros por dia útil. Depois da desintegração, a linha ficou dividida e para seguir viagem até o município vizinho os passageiros tinham de entrar em três ônibus. “Esta linha é um exemplo claro de como a integração impacta na vida das pessoas. Agora os usuários, que antes tomavam três ônibus para fazer o mesmo trajeto, terão mais tempo para outras atividades”, disse Cida.

NOVAS CONEXÕES

De acordo com Cida Borghetti, há estudos para integrar 20 novas conexões metropolitanas, com a possibilidade de linhas de cidades vizinhas utilizarem os corredores de transporte dos eixos estruturais e também a Linha Verde.

Os estudos apontarão a viabilidade de conexões viárias e novas linhas de integração com terminais nos municípios de Piraquara, São José dos Pinhais, Fazenda Rio Grande, Mandirituba, Quitandinha, Campo Largo, Colombo, Bocaiúva do Sul, Campina Grande do Sul e Araucária.

Hoje o transporte metropolitano atende diariamente 205 mil pessoas em 19 municípios da Grande Curitiba, sendo que 73% delas utilizam a Rede Integrada de Transporte (RIT), que atende a 14 municípios vizinhos à capital. Cerca de 450 mil passageiros, são transportados, entre ida e volta. “A grande Curitiba é uma só e a integração do transporte traz qualidade de vida”, afirmou.

SUBSÍDIO

O subsídio que o Governo do Estado oferece ao transporte coletivo da Região Metropolitana de Curitiba será mantido. Em julho, a governadora repassou R$ 71 milhões do Estado à prefeitura de Curitiba, esse recurso garante a manutenção da tarifa em R$ 4,25 e possibilita o avanço nos estudos para a ampliação da integração. Além disso, de acordo com a prefeitura será possível renovar a frota.

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